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Use o total na assinatura, não apenas o “down payment”. Confira se a primeira parcela já está incluída para não contá-la duas vezes.
Use propostas reais e coloque dinheiro na assinatura, parcelas, milhas, opção de compra, saldo devedor e valor do carro na mesma linha do tempo.
O prazo escolhido é o prazo completo do lease. O mesmo valor de mercado é usado para medir o patrimônio no fim.
Se o empréstimo ainda existir no fim da comparação, ele reduz o equity do carro. A calculadora não confunde valor do veículo com dinheiro livre.
Importante: estimativa educativa, não cotação nem recomendação. Não inclui seguro, combustível, manutenção, desgaste além da milhagem, rescisão antecipada ou incentivos. A opção de compra presume pagamento à vista; se você financiar o buyout, haverá outro custo de juros. Confirme impostos, taxas e condições nos contratos.
No leasing devolvido, o custo soma o valor não reembolsável pago na assinatura, as demais parcelas, o excesso de milhas e a taxa de devolução. No financiamento, a conta soma entrada e parcelas realizadas e subtrai o equity: valor estimado do carro menos o saldo ainda devido.
Use o total na assinatura, não apenas o “down payment”. Confira se a primeira parcela já está incluída para não contá-la duas vezes.
Se pretende devolver, milhas e disposition fee importam. Se pretende comprar, compare buyout mais taxas com o valor de mercado.
Repita a conta com um valor de mercado mais baixo. Essa premissa muda o equity tanto do financiamento quanto do lease comprado.

Devolver, comprar ou vender o carro produz resultados diferentes. Preencha o cenário que combina com seu plano e confirme milhas, taxas e opção de compra no contrato.