Mesmo capital
Não há dinheiro extra no caminho mensal. O total aportado fecha igual nos dois.
Use o mesmo capital, o mesmo horizonte e a mesma taxa hipotética. Um caminho investe tudo no início. O outro divide o capital em aportes iguais no fim de cada mês — o hábito que em inglês aparece como dollar-cost averaging (DCA). O saldo final é um cenário educativo, não uma previsão de mercado.
O exemplo já vem preenchido e é só uma ilustração editável. A taxa fica constante nos dois caminhos. Ela não é média de mercado, não é recomendação e não descreve um ano real.
O valor inteiro que os dois caminhos vão usar. Não é um aporte a mais no caminho mensal.
Número inteiro entre 1 e 50. O caminho mensal divide o capital pelos meses desse prazo.
Digite em porcentagem: 7 para 7% ao ano (não 0,07). Pode ser negativa. Uma taxa constante não é o sobe-e-desce de um investimento real.
Privacidade: nada é enviado ou armazenado. A conta acontece apenas no seu navegador.
Limite importante: isto é matemática educacional, não aconselhamento de investimento. Uma taxa constante não descreve o mercado. O resultado não escolhe entre aplicar tudo no início e dividir o capital ao longo do prazo.
A barra maior não é um prêmio do mercado. É o efeito de deixar o mesmo dinheiro investido por mais tempo, numa taxa que não oscila.
No aporte único, o capital inteiro passa por todos os meses da hipótese. No mensal, cada pedaço chega depois e fica menos tempo exposto a essa mesma taxa. Por isso uma taxa positiva constante favorece o único, e uma taxa negativa constante pode favorecer o mensal. O preço real de um investimento não é essa linha.
Dollar-cost averaging é o hábito de investir um valor fixo em intervalos regulares, em vez de escolher o dia “certo”. Esta página não simula preços que sobem e descem. Ela segura a taxa parada e pergunta só o que o calendário faz com o mesmo capital.
Não há dinheiro extra no caminho mensal. O total aportado fecha igual nos dois.
Os dois param no mesmo ano. O que muda é quando cada dólar entra.
A taxa não muda de mês para mês. Por isso o resultado não descreve um mercado.
No exemplo preenchido, os dois caminhos usam US$ 12.000 ao longo de 10 anos, com taxa hipotética de 7% ao ano. O único investe os US$ 12 mil no início. O mensal investe US$ 100,00 no fim de cada um dos 120 meses. No arredondamento para o dólar, o único termina em US$ 24.116 e o mensal em US$ 17.308. A diferença mostrada é US$ 6.808, a conta desses dois saldos.
Troque a taxa para zero: os dois saldos se encontram em US$ 12.000. Use uma taxa negativa: o mensal pode terminar na frente, porque menos dinheiro ficou exposto à queda constante. Nada disso escolhe o dia de investir.
Não. A taxa é uma hipótese constante escolhida por você. A página só mostra a diferença matemática entre investir o mesmo capital de uma vez ou mês a mês, nesse cenário.
Sim. O capital total, o horizonte e a taxa hipotética são os mesmos. O que muda é o calendário: tudo no início, ou parcelas iguais no fim de cada mês.
No fim de cada mês, como na calculadora de juros compostos da Ponte. O último aporte não fica um mês extra rendendo dentro deste modelo.
Com uma taxa positiva e constante, o dinheiro que permanece investido por mais tempo cresce mais nesta fórmula. Com taxa zero, os saldos se encontram. Com taxa negativa constante, a ordem pode inverter. Nenhum desses casos é o mercado.
Não. Impostos, expense ratio, corretagem e a taxa da conta ficam de fora. Para isolar duas taxas de fundo sob a mesma hipótese, use a calculadora de impacto do expense ratio.