Mesma hipótese
Aporte, prazo e retorno bruto são idênticos nos dois caminhos. Só a taxa muda.
Compare dois expense ratios — a taxa anual de despesas do fundo — sob a mesma hipótese de retorno. A diferença de saldo não é uma previsão de mercado; é o efeito matemático de cobrar mais, todo ano, sobre o mesmo cenário.
O exemplo já vem preenchido e é só uma ilustração editável — não é média de mercado nem recomendação de fundo. O retorno bruto é uma hipótese constante escolhida por você.
O que já está disponível no começo da simulação.
Opcional. Em branco, a conta usa zero. Depositado no fim de cada mês.
Número inteiro entre 1 e 50.
Hipótese constante para a conta — não é previsão, média prometida nem recomendação.
Exemplo editável de fundo mais caro. Use o número do prospecto, de 0% a 10%.
Exemplo editável de fundo mais barato. A conta aceita até 10%; valores acima de 3% geram um aviso.
Privacidade: nada é enviado ou armazenado. A conta acontece apenas no seu navegador.
Limite importante: isto é matemática educacional, não aconselhamento de investimento. Nenhum fundo é recomendado. Retornos reais oscilam, podem ser negativos e dependem do ativo, da conta, de outros custos e do momento dos aportes.
A diferença não é “retorno extra” do fundo barato. É o que deixou de ser cobrado — e deixou de se capitalizar — na hipótese escolhida.
Primeiro, ele reduz o que permanece investido. Depois, o que não ficou investido deixa de gerar o próximo ciclo. Por isso uma diferença de 0,90 ponto percentual ao ano pode virar milhares de dólares em uma ilustração longa — sem que isso prove qual fundo você deveria comprar.
No documento do fundo, o expense ratio é o percentual dos ativos médios usado no ano para pagar despesas operacionais: gestão, distribuição ou serviço, taxas de fundos adquiridos e outras contas. Esse custo sai dos ativos do fundo; você não costuma receber uma fatura mensal com esse nome.
Esta ferramenta não reproduz o cálculo oficial do prospecto. Ela usa um modelo anual simplificado: subtrai cada taxa do retorno bruto hipotético informado e capitaliza o resultado mês a mês, como a calculadora de juros compostos da Ponte. A definição oficial descreve o que o fundo cobra dos ativos; o modelo só ilustra o efeito de duas taxas diferentes sobre a mesma hipótese.
Aporte, prazo e retorno bruto são idênticos nos dois caminhos. Só a taxa muda.
Use os números do prospecto. Os 1,00% e 0,10% do exemplo são ilustração editável.
É o efeito composto da diferença de custo neste cenário — não uma garantia de resultado real.
No exemplo preenchido, o fundo A usa 1,00% ao ano e o fundo B usa 0,10%. Os dois partem da mesma hipótese de 7%. Depois da subtração, a conta trabalha com 6,00% e 6,90% ao ano, capitalizados mensalmente. O total aportado é US$ 58 mil. O saldo projetado do caminho mais caro fica perto de US$ 125,5 mil; o do caminho mais barato, perto de US$ 142,5 mil. A diferença — cerca de US$ 17 mil, ou quase 12% do saldo maior — é o que a taxa extra “come” nesta ilustração.
Troque os números. Se as duas taxas forem iguais, a diferença cai a zero. Se uma taxa superar o retorno bruto hipotético, o saldo daquele caminho pode encolher mesmo com aportes. Nada disso escolhe um produto para você.
É o percentual dos ativos médios do fundo usado a cada ano para pagar despesas operacionais, como gestão, distribuição e outras contas do fundo. O valor aparece na tabela de taxas do prospecto e é retirado dos ativos, não como uma fatura separada.
Não. O retorno bruto é uma hipótese constante escolhida por você. A ferramenta só mostra o efeito matemático de duas taxas diferentes sobre essa mesma hipótese.
Não como uma cobrança avulsa típica. O fundo paga as despesas operacionais com os ativos; o valor da cota já reflete esse custo. Esta calculadora traduz isso em uma taxa líquida anual simplificada.
Não. A conta usa só o expense ratio informado. Corretagem, spread, taxa da conta, sales load, 12b-1 isolado, impostos e outras despesas ficam de fora.
Os dois caminhos partem do mesmo aporte, do mesmo prazo e do mesmo retorno bruto hipotético. Só o expense ratio muda. A diferença de saldo é o efeito dessa diferença de custo nesta ilustração, não a prova de que um fundo específico é melhor.